
No dia 5 de maio deste mês, o Governo da Bahia baixou um decreto liberando a volta às aulas na modalidade semipresencial a partir do dia 26 de julho, próxima segunda-feira. No entanto, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado (APLB) da Bahia acusam a medida de ser unilateral e de representar uma ameaça sanitária para todo o estado. Em entrevista ao programa Brasil Notícias, o diretor da APLB em Vitória da Conquista, professor Toni Alcântara, afirmou que os professores da rede estadual se recusam a aceitar o retorno às aulas nos termos propostos, em razão do cenário da pandemia, da alta taxa de ocupação de leitos de UTI e da falta de imunização para todos.